 |
|



|
Meu Perfil
BRASIL, Homem, de 20 a 25 anos, Cinema e vídeo, Música MSN - valkarter@hotmail.com
|
|
|
Histórico
17/04/2005 a 23/04/2005
03/04/2005 a 09/04/2005
13/03/2005 a 19/03/2005
27/02/2005 a 05/03/2005
06/02/2005 a 12/02/2005
30/01/2005 a 05/02/2005
09/01/2005 a 15/01/2005
02/01/2005 a 08/01/2005
26/12/2004 a 01/01/2005
19/12/2004 a 25/12/2004
12/12/2004 a 18/12/2004
05/12/2004 a 11/12/2004
Votação
Dê uma nota para meu blog
Outros sites
UOL - O melhor conteúdo
BOL - E-mail grátis
blog*do*Guilherme
Blogger*do*Renato
Blog*da*Thais
Blog*do*Roger
Blog*do*Thiago
Blog*da*Kelly
Blog*do*Leo
Blog*da*Sheila
|
 |
 |
| Memórias Verídicas |
|
| |
Quem sera meu libertador
texto
Escrito por Eddy Karter às 23h01
[]
[envie esta mensagem]
Amigo do meu pai de infância, naquele lugar ele era um segundo pai, nunca tinha o observado o quanto ele parecia com o Nando, a aparência era idêntica entre eles. Acabara de chegar uma maquina nova e horas depois o seu Beto me pede para entregar o mapa de montagem para o TJ, era a oportunidade que precisava para tentar falar com ele, na sala de controle o encontro sozinho, com luvas de couro na mão, analisava a instalação da nova maquina.
-Por que cara?
-Eddy!
-Porque estar me evitando?
-Você tem que entender não podemos continuar.
-Por quê?
-Não aqui cara... E arriscado demais.
-Você nem se quer tentou um dialogo comigo.
-Tudo bem estava te evitando sim, foi uma atitude impensada, eu entendo que errei... Mas e melhor assim.
-Por favor, cara não faz isso comigo... Não agora.
-Eddy você e um cara sangue bom, não merecem um cara como eu.
-Eu quero TJ, seja lá o que for que esteja acontecendo com você, resolveremos juntos.
-Você não me conhece, não sabe nada sobre mim, e melhor esquecer cara... E por favor, não insista.
Suas ultimas palavras foram duras, como também o seu jeito de olhar, pegando o mapa ele saem sem olhar para traz. Eu não acredito que estava acontecendo de novo, o destino estava sendo cruel e impiedoso comigo, foi então que comecei a mim fechar, a minhas horas de descanso eu passava trancado no meu quarto, não tomava café e nem almoçava, quando sentia fome fazia um lanchinho ali mesmo, onde construir meu próprio mundo, a turma então começou a sentir a minha falta, era de costume participar de todas aquelas festinhas que existia no seu quarto. O Paulo veio ate a mim e dizia estar preocupado. O meu cansaço era minha desculpa, depois de alguns minutos de conversa, sem mais questionar sobre o meu isolamento, ele saem. Faltavam duas semanas e quinze dias para finalizar o prazo do termino de todo o trabalho. No escritório, enquanto digitava os códigos de barra dos produtos, um vazio invadia meu ser, a solidão era minha única companheira, não mais resistindo àquela fraqueza, no banheiro comecei a chorar, cabisbaixo, olhando para chão, sinto que alguém se aproximou, de tênis, penas peludas e de short jeans, reconhecendo ergo rapidamente minha cabeça.
-TJ., e você?
-Pocha Eddy, não fique assim... Levante-se daí.
-Pensei estar vendo uma miragem.
-Cara o pessoal estar estranhado seu comportamento... Dizem estar pirando.
-Não se preocupe... Não vou sair por aí gritando que sou gay e que estou apaixonado por você.
-Não e isso cara, estou preocupado e com você.
-Tarde demais para se preocupar comigo... Deveria ter pensado antes de querer entrar na minha vida.
-Deus o que foi que eu fiz?...Você não sabe nada do que estar acontecendo, recebir uma carta dizendo que minha namorada estar grávida, foi essa responsabilidade que me fez aceitar, uma nova proposta em outra fazenda.
-E por isso se afastou de mim... Sem ao menos conversar cara.
-Cara, mesmo assim não irias entender... Olha assim como você eu também estou sentindo, gosto demais de você, mas minha vida estar cheia de mudanças .
-Mesmo que eu te diga que estou morrendo a cada dia sem você.
-Eu também Eddy, mas mesmo sentindo o que eu sinto, eu não posso... Acredite, eu sinto muito.
Levantei-me, e o deixei sozinho de cabeça baixa. Todos estavam felizes e contava os dias para voltarem para sua casa, eu não conseguia me animar, mesmo sabendo que teria o amor e o carinho da família, e que meus amigos me esperavam de braços abertos, disfarçar o que eu sentia era difícil. Ao passar por mim no corredor do alojamento, segurando meu braço ele diz.
-Eddy, estar com as chaves do seu quarto?
-Sim... Por quê?
-Preciso falar com você, e importante... Venha... E não me faça mais perguntas.
Fomos rápido em direção ao quarto, entrando ele pede para trancar a porta, sem ao menos dar tempo de vira-me, ele me abraça por trás. texto
Escrito por Eddy Karter às 23h33
[]
[envie esta mensagem]
-Baixinho filho de uma mãe... Pensas que eu não gosto de você... Ver como meu corpo arrepia.
-T. J. diz que tudo aquilo que você falou e mentira.
-Não, estou sendo sincero com você.
-Mas...
-Psiu! Sem mais... Dê-me sua língua.
Suas atitudes me deixavam doido, como podia ser tão safado, que beijo e que olhar aquele safado tinha, estilhaçava qualquer barreira, e buscava lá no fundo o que ele mais queria, sabia como fazer e fazia muito bem. Assim como o seu jeito de olhar suas palavras também não mediam esforços e era pronunciada sem pudor. Alguns minutos depois o seu olhar mudou, entristecido e sem direção.
-Estar me olhando de um jeito... O que há?
-Estou indo embora cara.
-T. J., ainda faltam quinze dias para terminar.
-Não, você não estar entendo, lembra da proposta que lhe falei.
-T. J., isso não estar acontecendo... só pode ser um pesadelo...diz que vai ficar comigo?
-Não e tão simples assim carinha... Eddy e vou ser pai, tenho que ser responsável.
-É eu cara?
-Fica frio, eu te procuro.
-Não cara... Dessa forma eu não quero.
-Quer queira ou não, te procurarei... Agora tenho que ir.
-Você não entende mesmo cara.
-Eddy, não faz isso... Não fique assim... Não agora.
-Tudo bem T.J., vai ficar tudo bem... Sobrevivi a primeira cara, e essa não será diferente... Cuida-se cara.
-Baixinho acredite em mim, eu gosto de você.
-Eu também.
-Falow Eddy, desculpe-me cara.
-Adeus cara e não se preocupe.
No radio, uma canção que marcou aquela despedida, tocava “Kiss-me” de Avril Lavigne. A chuva que começava a cair naquela tarde, era fria como a saudade que já existia, andando de um lado para o outro, sentia-me sufocado. Saindo, queria vê-lo mais uma vez e não mais o encontrei. Numa estrada reta, cercada de pequenas árvores, comecei a correr, e em minha mente passava como flesh, o olhar doce e meigo do Junior, e o jeito irreverente do T.J., com seu olhar malicioso, louco e vadio. Estava todo molhado e com o coração acelerado, tinha percorrido quase quatrocentos metros, cansado e sem condições de continuar, fiquei ali no meio da estrada, sentido a chuva cair sobe mim. Prometi para mim mesmo que não iria chorar, mas como evitar, com a cara amarrada, uma lagrima misturada com a água da chuva saem, seria idiotice da minha parte não admitir que não estivesse doendo. Depois de uma noite febril e tosse continuas, fiquei o resto dos dias repousando. Chegando o dia de todos irem para suas casas, minha felicidade foi imensa de reencontrar minha família, ate fizeram uma festinha surpresa, e o que mais me emocionou, foi uma pequena faixa posta na parede da sala “Ao bom filho, a sua casa retorna”, abracei todos com lagrimas e uma certeza única. Essas sãos as pessoas que me amam de verdade, e nunca irão me abandonar.
KISS ME (Beije-me)
Beije-me longe da moita da cevada, Todas as noites junto à verde, verde grama. Balance, balance, balance o degrau giratório Você usará aqueles sapatos e eu usarei aquele vestido.
Beije-me sob o crepúsculo leitoso, Leve-me para fora, no chão enluarado. Levante sua mão aberta, Bata na fita e faça os vagalumes dançarem, A lua prateada está cintilante.
Então, beije-me...
Beije-me ao lado da casinha na árvore quebrada, Balance-me alto no seu pneu pendurado Traga, traga, traga seu chapéu florido, Nós tomaremos o caminho marcado no mapa do seu pai.
Então, beije-me...
Deixo aqui u super beijo, e um abraço forte a todos vocês, que me motivaram a continuar. Deus proteja á todos.
Eddy Karter.
texto
Escrito por Eddy Karter às 23h32
[]
[envie esta mensagem]
Impacientemente o esperava, eu já não sabia mais o que fazer, se me olhava no espelho ou organizava melhor as coisas no quarto, também não sabia ao certo o que sentia, talvez seja carência ou excitação demais e vontade de estar com alguém, mas de uma coisa eu tinha certeza o seu olhar me atraia e me deixava sem defesa. Quando ele aparece na porta do meu quarto com um sorriso meio safado, e com uma expressão de quem já sabia o que ia ouvir.
-Eddy,que falar comigo?
-Entre, preciso saber algumas coisas.
-Diga garoto, sou todo ouvido.
-T.J., eu só queria entender o que estar acontecendo entre nós...aquele lance em minhas costas....as coisa que você me diz, o que há...o que você realmente quer?
-Cara no começo eu fiquei meio confuso em relação a você... Agora eu tenho certeza e sinto vontade de ficar com você.
-Como você pode ter certeza?
-Simplesmente você me deu a certeza....quando voltou da viajem com o Paulo, você estava diferente, o seu olhar estava perdido e me pedindo para que eu o abraçassem.
-T.J., a minha vida estar meio confusa, sinto medo cara de tantas coisas.
-Não precisa ter medo... Já ficou com outro cara?
-Sim, pela primeira vez sentir o calor de uma paixão masculina... E pela primeira vez fui traído... Não quero que aconteça de novo, por isso cara não comente nada sobre essa conversa.
-Pode confia em mim, da mesa forma que estou confiando em você.
-Já esteve com outro cara né?
-sim uma vez.
-Me fale sobre isso.
-Não tenho muito que falar, foi um lance rápido mais foi bom.
-Não quis continuar?
-Foi um colega da aula de física... Éramos os últimos a trocar de roupa no vestiário... Tinha percebido que ele me olhava diferente, daí então comecei a olhá-lo mais atentamente.
-E quando aconteceu?
-Depois de uma semana... Aí não deu outra partir para cima dele.
-Pocha cara isso e muito excitante.
-depois disso ele desistiu das aulas... Nunca mais o vi... Talvez não tenha gostado.
-Acho impossível não gostar de você T.J.
-Será Eddy?
-Nossa cara você estar...
-Duro... Você e esse clima deixaram-me assim.
O formato que se formou por debaixo do short do T.J, me fez respirar fundo e sentir um certo calor,tropeçava nas palavras e não sabia mais o que dizer.
-Eddy, quero lhe pedir uma coisa.
-O quê?
-Chegue mais perto.
Acenando positivamente com a cabeça, me aproximo dele, olhando para mim quase que sussurrando ele diz.
-Beije-me. texto
Escrito por Eddy Karter às 22h49
[]
[envie esta mensagem]
Que sensação, parecíamos duas crianças, um olhando no olho do outro. Antes de unir nossas bocas um minuto de silencio foi o bastante, para olhá-la e aprecia-la o seu maravilhoso formato, o desejo aumentou e a vontade de possuí-la também. O beijo foi à entrega total, não sabíamos onde nossas roupas iam parar, lançamos ao ar sem direção, o cheiro do seu sexo me deixou alucinado e cheio de tesão. Apanhado e dominado por ele, fiquei ali deitado, enquanto ele beijava-me e mordiscava meu peito, uma lagrima com sorriso descem dos meus olhos. “A felicidade são apenas momentos e naquele momento eu estava feliz”, pensava eu naquele instante. Feliz ele se despede e ao encostar a porta, os raios do pôr-do-sol invade pela brecha da porta, deixando o quarto todo iluminado. Adormecir assim, deitado e pelado, apenas com um lençol a mim cobrir. Durante o trabalho ele passava por mim e um sorriso era deixado, isso me deixou aliviado, tive medo de ser rejeitado, ainda era recente a minha dor e me sentia inseguro demais, não podia evitar o medo de me decepcionar novamente. No dia seguinte aconteceu novamente, e esse segundo encontro foi mais intenso, mais prazeroso que o primeiro. Ao amanhecer ele senta ao meu lado na mesa do café, sem que ninguém percebesse sua reação, ele fala sussurrando.
-Você e muito gostosinho sabia?
-Não mais do que você.
Sorrimos disfarçadamente e retornamos ao trabalho, às vezes o encontrava dormindo em seu quarto sem a presença do seu primo, com o toque da minha boca o acordava, e com o ri timo frenético da mina língua ele delirava de excitação. Era gostoso vê-lo gemer e também vê-lo olhando para mim, quando fazia com muito prazer, não sei se era sorte, mas tudo era a nosso favor, era as oportunidades que nos encontrava, e ninguém desconfiava de nada. Quinze dias foram o bastante para me acostumar, e cada dia que passava mais eu me prendia em sua vida. No pátio da fabrica foi convocada uma reunião, o gerente chama a atenção do T.J., enquanto seu Beto fazia a reunião, a poucos metros eles conversavam em particular, pelas gesticulações das mãos e o sorriso do T.J, era algo importante,percebendo que eu o observava, o seu sorriso aos poucos se desfazia. No dia seguinte ele não mais me procurou, na hora do café ele senta com seus amigos, já era o segundo café que não sentia sua presença, tentei procura-lo para conversar e estava sempre rodeado de amigos, a sua atenção eu não o tinha mais, tentei de diversas maneiras atraí-lo ate o meu quarto, minhas tentativas eram em vão. Sua ausência aumentou em minha vida, como também o meu desespero, o que eu mais temia estava acontecendo, não conseguia me concentrar mais no serviço, e ao passar por mim não me olhava mais como antes. Acreditando encontra-lo fumando no pátio, adiantei quase vinte minutos nos meus afazeres e fiquei a sua espera, sentado de cabeça baixa, logo seu Beto se aproxima e diz.
-Rapazinho o que aconteceu?...Há mais de quarenta minutos que te procuro.
-Seu Beto me desculpe... Não estou me sentindo bem.
-Mas não pode Eddy, abandonar seu setor de trabalho sem antes me avisar... O que estar acontecendo?
-Minha cabeça estar doendo.
-Venha comigo, tenho um remédio no escritório... Passara rapidinho.
texto
Escrito por Eddy Karter às 22h47
[]
[envie esta mensagem]
[ ver mensagens anteriores ]
|
| |
|
 |
|