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O que é isto?
Memórias Verídicas
 

Impacientemente o esperava, eu já não sabia mais o que fazer, se me olhava no espelho ou organizava melhor as coisas no quarto, também não sabia ao certo o que sentia, talvez seja carência ou excitação demais e vontade de estar com alguém, mas de uma coisa eu tinha certeza o seu olhar me atraia e me deixava sem defesa. Quando ele aparece na porta do meu quarto com um sorriso meio safado, e com uma expressão de quem já sabia o que ia ouvir.

-Eddy,que falar comigo?

-Entre, preciso saber algumas coisas.

-Diga garoto, sou todo ouvido.

-T.J., eu só queria entender o que estar acontecendo entre nós...aquele lance em minhas costas....as coisa que você me diz, o que há...o que você realmente quer?

-Cara no começo eu fiquei meio confuso em relação a você... Agora eu tenho certeza e sinto vontade de ficar com você.

-Como você pode ter certeza?

-Simplesmente você me deu a certeza....quando voltou da viajem com o Paulo, você estava diferente, o seu olhar estava perdido e me pedindo para que eu o abraçassem.

-T.J., a minha vida estar meio confusa, sinto medo cara de tantas coisas.

-Não precisa ter medo... Já ficou com outro cara?

-Sim, pela primeira vez sentir o calor de uma paixão masculina... E pela primeira vez fui traído... Não quero que aconteça de novo, por isso cara não comente nada sobre essa conversa.

-Pode confia em mim, da mesa forma que estou confiando em você.

-Já esteve com outro cara né?

-sim uma vez.

-Me fale sobre isso.

-Não tenho muito que falar, foi um lance rápido mais foi bom.

-Não quis continuar?

-Foi um colega da aula de física... Éramos os últimos a trocar de roupa no vestiário... Tinha percebido que ele me olhava diferente, daí então comecei a olhá-lo mais atentamente.

-E quando aconteceu?

-Depois de uma semana... Aí não deu outra partir para cima dele.

-Pocha cara isso e muito excitante.

-depois disso ele desistiu das aulas... Nunca mais o vi... Talvez não tenha gostado.

-Acho impossível não gostar de você T.J.

-Será Eddy?

-Nossa cara você estar...

-Duro... Você e esse clima deixaram-me assim.

O formato que se formou por debaixo do short do T.J, me fez respirar fundo e sentir um certo calor,tropeçava nas palavras e não sabia mais o que dizer.

-Eddy, quero lhe pedir uma coisa.

-O quê?

-Chegue mais perto.

Acenando positivamente com a cabeça, me aproximo dele, olhando para mim quase que sussurrando ele diz.

-Beije-me.

texto

 Escrito por Eddy Karter às 22h49 [] [envie esta mensagem]



Que sensação, parecíamos duas crianças, um olhando no olho do outro. Antes de unir nossas bocas um minuto de silencio foi o bastante, para olhá-la e aprecia-la o seu maravilhoso formato, o desejo aumentou e a vontade de possuí-la também. O beijo foi à entrega total, não sabíamos onde nossas roupas iam parar, lançamos ao ar sem direção, o cheiro do seu sexo me deixou alucinado e cheio de tesão. Apanhado e dominado por ele, fiquei ali deitado, enquanto ele beijava-me e mordiscava meu peito, uma lagrima com sorriso descem dos meus olhos. “A felicidade são apenas momentos e naquele momento eu estava feliz”, pensava eu naquele instante. Feliz ele se despede e ao encostar a porta, os raios do pôr-do-sol invade pela brecha da porta, deixando o quarto todo iluminado. Adormecir assim, deitado e pelado, apenas com um lençol a mim cobrir. Durante o trabalho ele passava por mim e um sorriso era deixado, isso me deixou aliviado, tive medo de ser rejeitado, ainda era recente a minha dor e me sentia inseguro demais, não podia evitar o medo de me decepcionar novamente. No dia seguinte aconteceu novamente, e esse segundo encontro foi mais intenso, mais prazeroso que o primeiro. Ao amanhecer ele senta ao meu lado na mesa do café, sem que ninguém percebesse sua reação, ele fala sussurrando.

-Você e muito gostosinho sabia?

-Não mais do que você.

Sorrimos disfarçadamente e retornamos ao trabalho, às vezes o encontrava dormindo em seu quarto sem a presença do seu primo, com o toque da minha boca o acordava, e com o ri timo frenético da mina língua ele delirava de excitação. Era gostoso vê-lo gemer e também vê-lo olhando para mim, quando fazia com muito prazer, não sei se era sorte, mas tudo era a nosso favor, era as oportunidades que nos encontrava, e ninguém desconfiava de nada. Quinze dias foram o bastante para me acostumar, e cada dia que passava mais eu me prendia em sua vida. No pátio da fabrica foi convocada uma reunião, o gerente chama a atenção do T.J., enquanto seu Beto fazia a reunião, a poucos metros eles conversavam em particular, pelas gesticulações das mãos e o sorriso do T.J, era algo importante,percebendo que eu o observava, o seu sorriso aos poucos se desfazia. No dia seguinte ele não mais me procurou, na hora do café ele senta com seus amigos, já era o segundo café que não sentia sua presença, tentei procura-lo para conversar e estava sempre rodeado de amigos, a sua atenção eu não o tinha mais, tentei de diversas maneiras atraí-lo ate o meu quarto, minhas tentativas eram em vão. Sua ausência aumentou em minha vida, como também o meu desespero, o que eu mais temia estava acontecendo, não conseguia me concentrar mais no serviço, e ao passar por mim não me olhava mais como antes. Acreditando encontra-lo fumando no pátio, adiantei quase vinte minutos nos meus afazeres e fiquei a sua espera, sentado de cabeça baixa, logo seu Beto se aproxima e diz.

-Rapazinho o que aconteceu?...Há mais de quarenta minutos que te procuro.

-Seu Beto me desculpe... Não estou me sentindo bem.

-Mas não pode Eddy, abandonar seu setor de trabalho sem antes me avisar... O que estar acontecendo?

-Minha cabeça estar doendo.

-Venha comigo, tenho um remédio no escritório... Passara rapidinho. 

   

                

texto

 Escrito por Eddy Karter às 22h47 [] [envie esta mensagem]




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